Sem cólera hei de te atacar
Como um carniceiro e sem ódio!
Como o fez Moisés no episódio
Do rochedo - e de teu olhar,
Há de beber o meu Saara,
A água do sofrimento mansa.
Meu sonho cheio de esperança
No teu pranto como nadara!
(...)
Ela em minha voz vocifera!
Todo o meu sangue é este veneno!
Eu sou espelho tão terreno
Em que se contempla a megera!
Eu sou a chaga e o punhal!
Eu sou o rosto e a bofetada!
A roda e a carne lacerada,
Carrasco e vítima afinal (...)
Páginas matinais 1
Há 2 anos
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