sábado, 1 de novembro de 2008

JUROS BÁSICOS DA ECONOMIA BRASILEIRA E A CRISE


Diante da crise financeira internacional e dos fortes sinais de recessão que rondam as principais economias do mundo, como as dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França, etc., o nosso Comitê de Política Monetária (COPOM), do Banco Central do Brasil, se reuniu nos dias 28 e 29 de outubro de 2008, para avaliar os efeitos da crise sobre o país e como ficariam os juros básicos da economia.
Pois muito bem. O COPOM decidiu manter a taxa SELIC inalterada, no patamar de 13,75% ao ano. Isto significa que a meta da inflação para este e para o próximo ano fica em 4,5% (IPC-A); entretanto, como há uma tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo nesses cálculos, o IPC-A pode ficar entre 2,5 e 6,5%, sem que a meta inflacionária seja descumprida (pelo menos formalmente).
Em termos de crescimento econômico, o Brasil, por conta da crise, deverá crescer apenas de 2 a 2,5% em 2009, de acordo com alguns economistas. Se a crise financeira vai gerar uma desaceleração da economia mundial, conseqüentemente, atingirá o PIB brasileiro. A escassez de crédito em alguns setores, como as exportações, construção civil, agricultura, etc., já é visível. O consumidor pessoa física também vem sofrendo, discretamente, os golpes da crise, com a redução da massa de crédito oferecido e a redução das parcelas dos financiamentos. Apertem, portanto, os cintos, pois o piloto... bem, deixemos isso pra outro dia... abraços, da Macaca Sofia indignada...

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